Mais uma novidade para os cartões de crédito BTG: agora com IOF Zero

Nos últimos dias, falamos aqui no blog sobre as novidades dos cartões BTG, como as parcerias com a Smiles e a Azul. Agora, chega mais um benefício de peso: IOF Zero! Com a novidade, os clientes BTG deixam de pagar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 3,5% em compras e saques internacionais — tanto no crédito quanto no débito, em lojas físicas ou on-line. O que é o IOF e o que mudou em 2025? O IOF é um imposto federal que incide sobre diversas operações financeiras. Até pouco tempo, a alíquota em compras internacionais com cartão era de 3,38%, mas em 2025 o governo elevou a cobrança para 3,5%. A medida foi validada pelo STF, confirmando que o novo percentual passa a valer daqui em diante. Isso significa que, na prática, viajar ou gastar em sites internacionais ficou mais caro para todos os brasileiros. Como funciona a campanha do BTG Com o IOF Zero, o BTG decidiu absorver esse custo extra: IOF Zero x contas internacionais digitais É verdade que os cartões BTG ainda têm o custo do spread do dólar (diferença entre a cotação comercial e a utilizada pelo banco). Mas, ao mesmo tempo, oferecem benefícios que as contas internacionais digitais nem sempre entregam: Ou seja, quando colocamos tudo na balança, os cartões BTG passam a ser uma alternativa atrativa às contas internacionais, especialmente para quem valoriza acúmulo de pontos e recompensas no uso do cartão. Pontos importantes Na Prática Com o aumento recente do IOF para 3,5% validado pelo STF, cada compra internacional ficou mais cara. O IOF Zero do BTG neutraliza esse peso, garantindo economia imediata. Somando isso ao cashback e à pontuação, o cliente encontra uma combinação que torna os cartões do banco boas opções para quem quer praticidade, benefícios e menos custos em compras internacionais.
Milhas: o ativo que merece a mesma atenção que seus investimentos

Você já deve ter ouvido que milhas valem dinheiro. Mas a pergunta mais importante é: você está realmente aproveitando todo o potencial delas? A maioria das pessoas até acumula um bom volume de pontos e milhas — seja no cartão de crédito, em promoções de parceiros ou em viagens. O problema é que, na hora de usar, esbarra nas mesmas reclamações: “As passagens estão muito caras”“Nunca encontro disponibilidade”“Não sei quando é a melhor hora para resgatar” O resultado? Um ativo valioso, mas mal aproveitado. Um paralelo com investimentos No mercado financeiro, não basta ter recursos: é preciso saber planejar, direcionar e executar a estratégia certa para obter o melhor retorno. Com milhas a lógica é a mesma. Assim como uma carteira de investimentos bem gerida, um bom “pool” de milhas e pontos exige: Muito além da passagem aérea Reduzir o universo das milhas apenas a descontos em passagens é desperdiçar um mundo de possibilidades. Com o uso estratégico, é possível: O segredo está no equilíbrio entre como acumular e quando e onde usar — algo que muda de pessoa para pessoa, conforme seu perfil, planos e estilo de vida.